sexta-feira, 24 de agosto de 2012

O Princípio do Branding: O DNA das Marcas


Passeando pela internet achei este texto muito interessante. Vale a pena ler e os créditos estão no final da postagem.

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Como as pessoas se relacionam com as marcas

09 de agosto de 2011, 23:47
As grandes marcas não dizem algo, elas mostram esse algo na prática e deixam os próprios consumidores tirarem suas conclusões do que representam.
Essa é uma dúvida que já deve ter passado pelo menos uma vez na cabeça de qualquer pessoa ligada à comunicação. Dentre todas as respostas encontradas, quais delas realmente fazem sentido para você?
Uma das respostas que mais me agrada pode vir da antropologia – através de um conceito denominado totemismo. Ele diz o seguinte: antigamente, quando as sociedades ainda eram formadas por um sistema de tribos, as pessoas se diferenciavam uma das outras utilizando animais para se representarem.
Dessa forma, acabavam se apropriando de certas características desses animais, como por exemplo: a tribo representada pelo urso é a que possui os homens mais fortes, a representada pela águia os mais inteligentes, a da onça os mais ágeis e assim por diante.
Hoje em dia, uma das maneiras que esse papel acaba sendo exercido é através das marcas. Um produto (algo não-humano, assim como os animais), passa por uma espécie de “batismo” (espaço explorado pela publicidade), onde recebe algumas características. Essas características, por sua vez, são repassadas para as pessoas que consomem estes produtos.
Dessa forma, quando as pessoas consomem, elas não querem somente comer, vestir ou usar. Elas querem mostrar para todos que comem, vestem e usam este ou aquele produto. Elas querem se sentir representadas naquilo.
Nesse sistema, o papel da publicidade (além do “batismo” já mencionado), é realçar as características do produto, de maneira que mais pessoas queiram fazer parte desta “tribo”.
Se uma marca já pensa neste sentido, está num bom caminho. Mas vale lembrar que ela pode chegar ainda mais longe. Para isso é necessária uma mudança de ótica – falando menos e fazendo mais.
As grandes marcas de hoje não são aquelas que dizem que são algo, mas aquelas que mostram esse algo na prática e deixam os próprios consumidores tirarem suas conclusões do que elas representam. [Webinsider]

sexta-feira, 11 de maio de 2012

FAXINA, Martha Medeiros

Recebi em um e-mail de uma grande amiga, talvez a pessoa que mais saiba amar de verdade, e com intensidade; e quero compartilhar...com meus leitores de sempre.
Quem sabe não chegou nossa hora de fazer a nossa faxina?

Estava precisando fazer uma faxina em mim...
Jogar fora alguns pensamentos indesejados, tirar o pó de uns sonhos, lavar alguns desejos que estavam enferrujando.....
Tirei do fundo das gavetas lembranças que não uso e não quero mais.
Joguei fora ilusões, papéis de presente que nunca usei, sorrisos que nunca darei...
Joguei fora a raiva e o rancor nas flores murchas guardadas num livro que não li.
Peguei meus sorrisos futuros e alegrias pretendidas e as coloquei num cantinho, bem arrumadinhas.
Fiquei sem paciência! Tirei tudo de dentro do armário e fui jogando no chão: paixões escondidas, desejos reprimidos, palavras horríveis que nunca queria ter dito, mágoas de um amigo, lembranças de um dia triste...
Mas lá havia outras coisas... belas!!! Uma lua cor de prata...o choro de meus filhos ao nascerem seus primeiros passos, os abraços.... aquela gargalhada no cinema, o primeiro beijo..... o pôr do sol.... uma noite de amor...
Encantada e me distraindo, fiquei olhando aquelas lembranças.
Sentei no chão, joguei direto no saco de lixo os restos de um amor que me magoou.
Peguei as palavras de raiva e de dor que estavam na prateleira de cima - pois quase não as uso - e também joguei fora!
Outras coisas que ainda me magoam, coloquei num canto para depois ver o que fazer, se as esqueço ou se vão pro lixo.
Revirei aquela gaveta onde se guarda tudo de importante: amor, alegria, sorrisos, fé...
Como foi bom!!!
Recolhi com carinho o amor encontrado, dobrei direitinho os desejos, perfumei a esperança, passei um paninho nas minhas metas e deixei-as à mostra.
Coloquei nas gavetas de baixo lembranças da infância; em cima, as de minha juventude, e... pendurado bem à minha frente, coloquei a minha capacidade de amar... e de recomeçar...

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Vídeos de alunos sobre o Carbono Zero / Carbono Neutro



Pessoal, este é o trabalho dos alunos do curso de EVENTOS, sobre o carbono zero, tema que tenho discutido por aqui.
Prestigie:





Seguem links de vídeos interessantes sobre o tema, postados indicados pelos alunos:

quinta-feira, 29 de março de 2012

Carbono Zero, o que é???

Vejam este site para saber mais: http://www.carbono-zero.com/artigo.php?mid=23101110


O que é CarbonoZero®?

Já se imaginou a assistir a um concerto ou a ler um livro, enquanto contribui para a proteção do clima? E no seu local de trabalho ou em viagem, sabendo que está a apoiar projetos com elevados benefícios ambientais e sociais?



Todos nós, indivíduos e empresas, contribuímos para o fenômeno do aquecimento global: com a energia que consumimos em casa, nos edifícios de escritórios e nos processos produtivos; com as nossas opções de transporte, com os resíduos que geramos…


Combater as alterações climáticas significa reduzir emissões de gases com efeito de estufa. Uma responsabilidade de todos que pode e deve ser assumida de forma voluntária. CarbonoZero é o instrumento que permite a cidadãos e empresas concretizar esta responsabilidade.


Lançado em 2005, CarbonoZero® é a marca de referência do mercado voluntário de carbono em Portugal.

Líder em inovação, CarbonoZero disponibilizou as primeiras calculadoras de carbono on-line nacionais e foi o primeiro instrumento do mercado voluntário Português a assumir a verificação externa independente de todo o seu funcionamento e a publicar os respectivos resultados.

Até ao final de 2008, já compensamos mais de

20 000 t de CO2e, para mais de 100 clientes, 

incluindo projetos de grande dimensão como Rock in Rio Lisboa e Madrid, Expresso ou Assinatura do Tratado de Lisboa.

O trabalho de criatividade dos suportes de comunicação desenvolvidos para o lançamento do CarbonoZero foi premiado na terceira edição dos International Business Awards (IBA), na categoria de Mixed Media – Melhor Campanha. Os IBA são considerados pelo New York Post como “os Óscares do mundo empresarial” e são o único prêmio global que distingue a excelência no desempenho corporativo.

OBS: este texto é o mesmo do site, mas para facilitar a leitura algumas palavras foram adequadas à norma linguística atual.

sábado, 10 de março de 2012

Você sabe o que é marketing viral?

Marketing viral é uma forma de promoção com base na livre circulação de ideias através do  boca a boca. Quando você gosta de algo, é da sua natureza compartilhar sua descoberta com alguém que gosta. Seja um amigo, parente ou colega de trabalho, você tem esse impulso de compartilhar uma coisa legal que descobriu com outra pessoa. E por sua vez, as pessoas com quem você compartilha, farão o mesmo com sua rede de amigos. Isso é o que "viral" quer dizer.
Do ponto de vista do marketing "viral", é fascinante por uma série de razões:
Distribuição: Um conteúdo viral se espalha como um vírus, em um loop constante de expansão que pode nunca acabar. Para o marketing online, espalhar o conteúdo infinitamente de pessoa a pessoa representa uma estratégia para promover o conteúdo de uma fração de esforço e os custos exigidos pelas técnicas tradicionais de marketing.
Alcance: Uma campanha de marketing viral bem sucedida pode aumentar exponencialmente o alcance de suas comunicações, colocando você em contato com milhares de possibilidades que, com sua abordagem de comunicação tradicional, não conseguiria acessar.
Consciência: Quanto mais as pessoas vejam o seu conteúdo, mais saberão quem você é, o que você faz, o que pode oferecer aos seus clientes. Não apenas isso: com o compartilhamento de conteúdo de um tópico específico, você se torna uma autoridade no assunto e as pessoas começam a te procurar naturalmente pedindo conselhos e recomendações.
Custo: O marketing viral é relativamente barato porque você não tem que planejar um orçamento enorme para promover seus produtos ou iniciar campanhas que atendam às necessidades de todos os seus clientes em potencial. Assim que o seu conteúdo começar a se espalhar de modo viral, seus fãs se tornarão seus melhores agentes de marketing.
Fonte:http://www.masternewmedia.com.br/2010/07/17/o_que_e_marketing_viral_principios_e.htm


sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Quem consegue traçar um paralelo?

Pessoal, encontrei este texto e o achei muito interessante, uma vez que nos diz muito sobre o pensamento do brasileiro.
Lanço um desafio... Qum conegue estabelecer um paralelo entre as ideias nele contidas?
As fontes do objeto desta postagem estão no final.

Um abraço e... boa reflexão:

Bicicleta no futebol e na ciência!
por Sérgio Mascarenhas
http://143.107.180.237/cluster/index.ph./news_site/revista/textos/artigos/ciencia_futebol

Um paralelo muito instrutivo é o da análise entre o futebol e a ciência no Brasil. Muitos se perguntam por que o futebol brasileiro é pentacampeão mundial, produz seguidamente astros mundiais como Pelé, Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho, Zico e tantos outros que fazem do Brasil um celeiro de craques. Todos “produtos de exportação de alto valor agregado”, ”portadores de futuro da alta tecnologia futebolística“. Isto é demonstrado pela contratação de vários técnicos brasileiros por outros países para a disputa do mundial de 2006. Por que, então, em ciência, tecnologia e inovação, embora tenhamos grandes valores de alto padrão internacional, não temos ainda nenhum Prêmio Nobel ou um Fields Prize (o Nobel da Matemática)?


A explicação é fácil: a infância, a juventude e a população em geral, fazem parte atuante da cultura futebolística. O número de campos de “peladas” é enorme. Todo garoto, pobre ou rico (mais pobres que ricos), é altamente motivado, social e culturalmente, para a prática do futebol, isto quase que espontaneamente, graças ao fato de que o futebol (mas não a ciência!) é uma cultura popular que impregna de maneira sustentável a sociedade.

Continuidade e sustentabilidade são fatores fundamentais para a quantidade com qualidade. Os investimentos em grandes estádios, os campeonatos municipais, estaduais, nacionais e internacionais são fortemente divulgados na mídia de maneira contínua, agitada e atraente. Os clubes (verdadeiras “escolas”) têm incubadoras para garantir valores jovens, “olheiros” para contratar talentos e para aprender como jogam os futuros competidores, técnicos, fisioterapeutas, médicos e até psicólogos.

Toda essa “cadeia produtiva” do futebol brasileiro não tem paralelo na ciência e tecnologia. Ciência, tecnologia e inovação ainda não fazem parte da cultura brasileira, onde não temos laboratórios nas escolas públicas (ou, se os temos, são pouco usados) nem professores de ciências bem formados e, sobretudo, bem pagos e com o prestigio social adequado (o que é muito importante!).

Igualmente fundamental é o deus capitalista: Mercado! Isto é, enquanto as cadeias produtivas futebolísticas têm um fortíssimo mercado de bilhões de euros, dólares e yens, isso não acontece com o Brasil, que exporta milhões de toneladas de commodities, quando também deveria exportar miligramas e nanogramas com alto valor agregado de conhecimentos.

No entanto, no que tange ciência, tecnologia e inovação, o Brasil já provou que pode ter não só os seus “pelés” (Prêmios Nobel) como também grandes times (escolas científicas), grandes líderes (cientistas nucleadores e formadores de escolas e tradições sustentáveis) e principalmente geradores de centros emergentes para “florestar” o Brasil com talentos e “campos de várzea de ciências” (laboratórios escolares, feiras de ciências, olimpíadas, livros e divulgação científica através de museus e centros como preconizados pelos grandes José Reis, Crodowaldo Pavan e Isaias Raw).

Com isso criaríamos não apenas “sequóias” (grandes laboratórios multidisciplinares e grandes redes temáticas) mas florestaríamos também o país com centros pequenos e médios, verdadeiras incubadoras de talentos. OCNPq, a CAPES, a FINEP, a EMBRAPA e a FAPESP são magníficos exemplos de ações que podem e devem ser feitas. O atual ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Machado Rezende, e o atual Presidente da Embrapa, Silvio Crestana, são exemplos de padrão internacional que nuclearam, cresceram e construíram ciência, tecnologia e inovação, estimulando e apoiando talentos pioneiramente.

Mas, como o Brasil é o “País da Esperança”, lembro também Anísio Teixeira, com quem tive a honra de trabalhar, e que me dizia com aquele brilho de sonhador no olhar: “Ainda vamos ter o Maracanã lotado para Educação e Ciência”. Ou as palavras do Prêmio Nobel Abdus Salam, com quem também trabalhei em Trieste, na Academia de Ciências do Terceiro Mundo: “Nações sem Ciência e Tecnologia estão fadadas ao subdesenvolvimento”.

Para encontrar “pelés” da Ciência precisamos buscá-los nas favelas, nas várzeas, entre ricos e pobres, nas ruas e nos condomínios de luxo, e então teremos não apenas nossos almejados Prêmios Nobel, mas um Brasil mais justo e desenvolvido! Aproveito para agradecer a Pelé pelo carinho com que recebeu minha composição “Pelé: o gol do século”, editada pelo Estúdio Berimbau, de São Carlos (SP), e que pode ser ouvida livremente no link: http://www.berimbauestudio.com.br/goldoseculo, e à Graziela de Castro Malagutti, pela idéia da “bicicleta” como ilustração.



E ai? Alguma relação entre as palavras: pelé, gol, bicicleta, ciência???
Eu vejo todas... mas deixo você pensar.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

UM CASO TÍPICO DE FALHA NA COMUNICAÇÃO

Olá pessoal, Tudo bem com vocês?

Espero que sim!!!! Pois o semestre apenas começou, temos que estar super motivados...

E por falar nisto, um aluno, chamado Nícolas, da Engenharia Mecânica, depois de uma aula sobre Ruídos de Comunicação, enviou por e-mail um pequeno texto que traduz a velha expressão:

"Quem conta um conto, aumenta um ponto".

Vamos conferir e dar algumas risadas? Afinal, é sexta-feira....
Boa Leitura!

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De: Diretor-Presidente

Para: Gerente


   Na próxima sexta feira, aproximadamente às 17 h, o cometa Halley estará nesta área. Trata-se de um evento que ocorre somente a cada 78 anos. Assim, por favor, reúnam os funcionários no pátio da fábrica, todos usando capacete de segurança, quando explicarei o fenômeno a eles. Se estiver chovendo, não poderemos ver o raro espetáculo a olho nu. Sendo assim, todos deverão se dirigir ao refeitório, onde será exibido um documentário sobre o cometa Halley.
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De:Gerente
Para: Supervisor


   Por ordem do Diretor-Presidente, na sexta feira às 17h o cometa Halley vai aparecer sobre a fábrica. Se chover, por favor, reúna os funcionários, todos usando capacete de segurança, e os encaminhe ao refeitório onde o raro fenômeno terá lugar, o que acontece a cada 78 anos, a olho nu.
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De: Supervisor
Para: Chefe de Produção



   A convite do nosso querido Diretor, o cientista Halley, 78 anos, vai aparecer nu no refeitório da fabrica usando capacete, pois vai ser apresentado um filme sobre o problema da segurança na chuva. O Diretor levará a demonstração para o pátio da fabrica.
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De: Chefe de Produção
Para: Mestre


   Na sexta feira, às 17h, o Diretor, pela 1ª vez em 78 anos vai aparecer no refeitório da fábrica para filmar o Halley nu, o cientista famoso e sua equipe. Todo mundo deve estar lá de capacete, pois vai ser apresentado um show sobre a segurança na chuva. O Diretor levará a banda para o pátio da fábrica.
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De: Mestre
Para: Funcionário


   Todo mundo nu, sem exceção, deve estar com os seguranças no pátio da fábrica na próxima sexta feira às 17h, pois o manda chuva (o Diretor) e o senhor Halley, guitarrista famoso estarão lá para mostrar o raro filme “Dançando na Chuva”. Mesmo que comece a chover, a ordem é para ir para o refeitório de capacete na mesma hora. O show será lá, o que acontece a cada 78 anos.


                                                                        **********
AVISO PARA TODOS NO MURAL DA FÁBRICA

   Na sexta feira o Presidente fará 78 anos e liberou geral para a festa às 17h no refeitório. Vão estar lá Bill Halley e Seus Cometas. Todo mundo deve estar nu e de capacete porque a banda é muito louca e o rock vai rolar solto no pátio mesmo com a chuva.

                                                                        **********

Aiaiaiaiai................ Acho que algumas pessoas foram demitidas.....
Comunicação não é brinquedo....
Este texto foi ótimo para revisar a questão do Ruído de Comunicação....
Até a próxima!!

terça-feira, 26 de julho de 2011

ODE AO GATO - Pablo Neruda




Os animais foram imperfeitos, compridos de rabo, tristes de cabeça.
Pouco a pouco se foram compondo, fazendo-se paisagem, adquirindo pintas, graça, vôo.
O gato, só o gato, apareceu completo e orgulhoso: nasceu completamente terminado, anda sozinho e sabe o que quer.

O homem quer ser peixe e pássaro, a serpente... quisera ter asas, o cachorro é um leão desorientado, o engenheiro quer ser poeta, a mosca estuda para andorinha, o poeta trata de imitar a mosca, mas o gato quer ser só gato e todo gato é gato do bigode ao rabo, do pressentimento à ratazana viva, da noite até os seus olhos de ouro.


Não há unidade como ele, não tem a lua nem a flor tal contextura: é uma coisa só como o sol ou o topázio, e a elástica linha em seu contorno firme e sutil é como a linha da proa de uma nave.



Os seus olhos amarelos deixaram uma só ranhura para jogar as moedas da noite. Oh pequeno imperador sem orbe, conquistador sem pátria, mínimo tigre de salão, nupcial sultão do céu das telhas eróticas, o vento do amor na intempérie reclamas quando passas e pousas quatro pés delicados no solo, cheirando, desconfiando de todo o terrestre, porque tudo é imundo para o imaculado pé do gato.

Oh fera independente da casa, arrogante vestígio da noite, preguiçoso, ginástico e alheio, profundíssimo gato, polícia secreta dos quartos, insígnia de um desaparecido veludo, certamente não há enigma na tua maneira, talvez não sejas mistério, todo o mundo sabe de ti e pertences ao habitante menos misterioso.
 Talvez todos acreditem, todos se acreditem donos, proprietários, tios de gato, companheiros, colegas, discípulos ou amigos do seu gato. Eu não. Eu não subscrevo. Eu não conheço o gato. Tudo sei, a vida e o seu arquipélago, o mar e a cidade incalculável, a botânica o gineceu com os seus extravios, o pôr e o menos da matemática, os funis vulcânicos do mundo, a casca irreal do crocodilo, a bondade ignorada do bombeiro, o atavismo azul do sacerdote, mas não posso decifrar um gato.

 Minha razão resvalou na sua indiferença, os seus olhos têm números de ouro.




sábado, 23 de julho de 2011

Vergonha Nacional....

Prezados Amigos Leitores, recebi ontem este e-mail e vejam só que notícia bombástica!!!!!!!!!!!!!

Só podia ser no País tupiniquim....


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As Centrais Sindicais chiaram com o "aumento" do salário mínimo para R$ 545,00, porém não estão discordando do aumento do "salário presidiário" para R$ 810,00!

Será que os sindicalistas e os governantes do Brasil acreditam que um criminoso merece uma remuneração superior a de um trabalhador ????

A REFERIDA PORTARIA JÁ FOI REVOGADA PELA DE Nº 333, DE 1º/06/2010 NA QUAL O VALOR DO SALÁRIO FAMÍLIA PRESIDIÁRIO PASSOU A SER DE R$810,18 ! ! ! E TEM MAIS. . .

NO CASO DE MORTE DO "POBRE PRESIDIÁRIO", A REFERIDA QUANTIA DO AUXÍLIO-RECLUSÃO PASSA A SER "PENSÃO POR MORTE".

 
ISTO É INADMISSÍVEL ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! ! !
É UM INCENTIVO À CRIMINALIDADE ! !
Você sabe o que é o AUXÍLIO RECLUSÃO?
Todo presidiário com filhos tem direito a uma bolsa que, a partir de 1/1/2010 é de R$798,30 por filho para sustentar a família, já que o coitadinho não pode trabalhar para sustentar os filhos por estar preso, Valor que é muito mais que um salário mínimo que muita gente "rala" para ganhar e manter uma família inteira.

Ou seja, (falando agora no popular para ser  bem entendido)

Bandido com 5 filhos, além de comandar o crime de dentro das prisões, comer e beber nas costas de quem trabalha e/ou paga impostos, ainda tem direito a receber auxílio reclusão de R$3.991,50 da Previdência Social.

Qual pai de família com 5 filhos recebe um salário igual ou mesmo um aposentado que trabalhou e contribuiu a vida inteira e ainda tem que se submeter ao fator previdenciário?

Mesmo que seja um auxílio temporário, prisão não é colônia de férias.

Isto é um incentivo a criminalidade. Que políticos e que governo é esse?????

Não acredita?

Confira no site da Previdência Social.

Portaria nº 48, de 12/2/2009, do INSS

http://www.previdenciasocial.gov.br/conteudoDinamico.php?id=22

PARA REFLETIR:

1. De que realmente vale estudar e ter uma profissão?

2. Trabalhar 30 dias para receber salário mínimo de R$545,00, fazer malabarismo com orçamento pra manter a família?

3. Viver endividado com prestações da TV, do celular ou do carro que você não pode ostentar pra não ser assaltado?

4. Viver recluso atrás das grades de sua casa?

5. Por acaso os filhos do sujeito que foi morto pelo coitadinho que está preso, recebe uma bolsa de R$798,30 para seu sustento?

6. Já viu algum defensor dos direitos humanos defendendo esta bolsa para os filhos das vítimas?

"Povo que não tem virtude, acaba por ser escravo..."









segunda-feira, 13 de junho de 2011

Final de Semestre... Momento pré-férias... É bom cuidar do corpo e da mente! Leia algo interessante.


Pois é queridos, nestes momentos é muito importante, além dos estudos diários, também ler algo que contribua com nossa alma.
Ler poesias, refletir sobre alguma música que escutamos no carro, pensar sobre a antureza... tudo vale a pena se alma não é pequena.
Ler para rir, para oxigenar o cérebro... Melhorar nossas relações...
Eu sou uma leitora complusiva... Leio teorias, documentos descritivos... e tudo o que é chato, mas procuro nunca dormir sem ler algo de bom... sabe aquele livro de cabeceira??? Amo ler antes de deitar...
Vejam este texto, que amo de paixão... e sempre comento com meus alunos...

Do livro: As mentiras que os homens contam, do mestre, Luis Fernando Verissimo



Aliança



Esta é uma história exemplar, só não está muito claro qual é o exemplo. De qualquer jeito, mantenha-a longe das crianças. Também não tem nada a ver com a crise brasileira, o apartheid, a situação na América Central ou no Oriente Médio ou a grande aventura do homem sobre a Terra. Situa-se no terreno mais baixo das pequenas aflições da classe média. Enfim. Aconteceu com um amigo meu. Fictício, claro.


Ele estava voltando para casa como fazia, com fidelidade rotineira, todos os dias à mesma hora. Um homem dos seus 40 anos, naquela idade em que já sabe que nunca será o dono de um cassino em Samarkand, com diamantes nos dentes, mas ainda pode esperar algumas surpresas da vida, como ganhar na loto ou furar-lhe um pneu. Furou-lhe um pneu. Com dificuldade ele encostou o carro no meio-fio e preparou-se para a batalha contra o macaco, não um dos grandes macacos que o desafiavam no jângal dos seus sonhos de infância, mas o macaco do seu carro tamanho médio, que provavelmente não funcionaria, resignação e reticências… Conseguiu fazer o macaco funcionar, ergueu o carro, trocou o pneu e já estava fechando o porta-malas quando a sua aliança escorregou pelo dedo sujo de óleo e caiu no chão. Ele deu um passo para pegar a aliança do asfalto, mas sem querer a chutou. A aliança bateu na roda de um carro que passava e voou para um bueiro. Onde desapareceu diante dos seus olhos, nos quais ele custou a acreditar. Limpou as mãos o melhor que pôde, entrou no carro e seguiu para casa. Começou a pensar no que diria para a mulher. Imaginou a cena. Ele entrando em casa e respondendo às perguntas da mulher antes de ela fazê-las.


— Você não sabe o que me aconteceu!


— O quê?


— Uma coisa incrível.


— O quê?


— Contando ninguém acredita.


— Conta!


— Você não nota nada de diferente em mim? Não está faltando nada?


— Não.


— Olhe.


E ele mostraria o dedo da aliança, sem a aliança.


— O que aconteceu?


E ele contaria. Tudo, exatamente como acontecera. O macaco. O óleo. A aliança no asfalto. O chute involuntário. E a aliança voando para o bueiro e desaparecendo.


— Que coisa – diria a mulher, calmamente.


— Não é difícil de acreditar?


— Não. É perfeitamente possível.


— Pois é. Eu…


— SEU CRETINO!


— Meu bem…


— Está me achando com cara de boba? De palhaça? Eu sei o que aconteceu com essa aliança. Você tirou do dedo para namorar. É ou não é? Para fazer um programa. Chega em casa a esta hora e ainda tem a cara-de-pau de inventar uma história em que só um imbecil acreditaria.


— Mas, meu bem…


— Eu sei onde está essa aliança. Perdida no tapete felpudo de algum motel. Dentro do ralo de alguma banheira redonda. Seu sem-vergonha!


E ela sairia de casa, com as crianças, sem querer ouvir explicações. Ele chegou em casa sem dizer nada. Por que o atraso? Muito trânsito. Por que essa cara? Nada, nada. E, finalmente:


— Que fim levou a sua aliança? E ele disse:


— Tirei para namorar. Para fazer um programa. E perdi no motel. Pronto. Não tenho desculpas. Se você quiser encerrar nosso casamento agora, eu compreenderei.


Ela fez cara de choro. Depois correu para o quarto e bateu com a porta. Dez minutos depois reapareceu. Disse que aquilo significava uma crise no casamento deles, mas que eles, com bom-senso, a venceriam.


— O mais importante é que você não mentiu pra mim.


E foi tratar do jantar.







Vejam só....
Sempre, ao ler este, gargalho sozinha...
Mulher é relamente um bicho muito esquisito, né???



Abraços a todos.....

Nada de ciúmes... confiem nos seus maridos, ou vão preferir que eles pensem que somos mais problemáticas do que na realidade somos? AFFF temos é de rir de tudo.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

ACESSEM ESTE SITE!!!!!!!!!!!!!!!!

Queridos leitores, recebi um e-mail hoje que indica o site www.dominiopublico.gov.br, para leitura.

Esta primorosa fonte de conhecimento está prestes a ser desativada pela falta de acessos.
Lá você encontra as obras mais polêmicas, bonitas e populares dos maiores autores da literatura mundial.
Se você realmente preza a cultura, acesse o site e faça da leitura um hábito diário.
Leia também os clássicos....
Conheça nossa história, estilística e as mais geniais criações registradas em língua escrita.
Ajudem a manter este acervo digital.
Os que nos sucedem merecem esta preocupação....

Obrigada....

domingo, 1 de maio de 2011

Caros Alunos.... Cuidem-se em época de Provas

Para fazer uma boa prova é preciso estar consciente de qual conteúdo é preciso estudar mais...


Se você não estudou nada durante o semestre, ainda dá para recuperar parte do tempo perdido, pois é preciso dedicação, leituras, cuidado com alimentação e sono adequado.

Não adianta dedicar um dia inteiro... dedique-se sempre e todos os dias....


Sei é difícil, mas não existe, na vida, sucesso que necessite de muita luta.

Conheço cada um de vocês e sei das dificuldades, desta forma quero dizer que todos são vencedores e têm toda a chance de realizar um bom semestre.

Passe um tempo estudando e outra parte deste tempo com o seu melhor amigo...


Estou disponível para tirar as dúvidas e esclarecer pontos ainda obscuros.

Fiquem a vontade para pedir explicações.

Tenham uma excelente semana. e cuidem-se... A vida merece vocês todos... bem e saudáveis.

Evitem tudo o que for demais, que estiver fora dos padrões de segurança, por isto estudar sempre é saudável.




Abraços.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Finalização dos apontamentos do livro Comunicação na Empresa ( Capítulo 8 ao final)

Cap.8


1. Para estudarmos este capítulo, que fala da Modalidade do discurso e metadiscurso, precisamos lembrar de conceitos já estudados em outros capítulos:

Função ideacional = conhecimentos e crenças dos indivíduos.
Função interpessoal = interação no evento comunicativo.
Função textual = organização das idéias de um texto.


2. Quando falamos na modalidade do discurso, queremos dizer que o enunciador utiliza-se de recursos para estabelecer suas intenções na construção de fala, seus pensamentos e seus posicionamentos.



3. Portanto, os discursos podem instituir a função interpessoal.



4. Os discursos têm valores de modalidades:

Grau alto: Certamente terminarei o semestre aprovado.

Grau médio: Neste semestre é provável que eu não fique em DP

Grau baixo: Possivelmente sairei ileso deste semestre.


5. O metadiscurso consiste em comentários que permeiam o discurso.

6. Existem muitos índices metadiscursivos, tais como p.92-93:

Marcadores ilocucionais: afirmo, prometo, asseguro, (presença da 1ª. Pessoa)

Narradores: ele informou, ele disse (presença da 3ª. Pessoa)

Salientadores: mais necessário, mais importante (salienta algo que já foi dito)

Enfatizadores: sem dúvida, é óbvio, é lógico (que enfatizam uma idéia)

Marcadores de validade: pode, deve, talvez deva (valida ou não uma conversa)

Marcadores de atitude: infelizmente, curiosamente (validam uma atitude)

Comentadores: talvez você queira, e todos os vocativos (comentam o discurso)


Cap.9



1. O mundo gira em torno da argumentação.

2. Argumentar é MODIFICAR, PERSUADIR E CONVENCER....

3. Os aspectos da argumentação consistem em:

• Contextualizar ou apresentar o tema;
• Criar um contra-argumento para o enquadramento do leitor;
• Expor argumentos com relações lógicas e críticas entre eles;
• Delinear bem a tese;
• Concluir com a afirmação ou negação da tese.

4. O que é e no que consiste o enquadramento?

Pressupor que o outro, ou o leitor pode contestar seu argumento e, desta forma, ao enquadrar, precisamos partir de ideias contrárias as nossas.

5. Existem seis diferentes argumentos falaciosos, os quais não devem permear uma boa argumentação.

6. Existem outros seis argumentos que viabilizam a eficácia da comunicação.

Cap.10


1. Não é só a argumentação que é importante em um texto, mas a habilidade de leitura também.

Existem vários níveis que ativavamos ao realizar a leitura:



a)Intelecção:
Capacidade de decodificar as palavras, formando frases e textos.



b)Compreensão:

Capacidade de parafrasear.

Entenda como paráfrase todo e qualquer enunciado que reproduza a essência da ideia principal.



c)Interpretação:

Ler nas entrelinhas, ou seja, ler o que não está escrito, reconhecer implícitos deixados pelos índices metadiscursivos.



d)Extrapolação:

A capacidade de dialogar com outros textos, mantendo a delimitação necessária a ele.



Cap. 11


1. Todo o texto deve seguir uma estrutura que lhe proporcione as qualidades comunicativas. (cap.5)



2. É composto por palavras, que se agrupam em frases e em parágrafos.



3. Um texto completo consiste na ligação entre vários parágrafos.



4. Não esqueça que cada parágrafo é uma miniatura de um texto e deve ter um ponto principal.



5. Nunca componha um parágrafo com mais de uma idéia importante, pois ele ficará confuso.



6. No entanto, os parágrafos não podem ser estanques, devem ter um fio condutor entre si.



7. Não esqueça do planejamento do texto conforme estudamos no capítulo 4, o qual consiste em quatro perguntas.



8. Em um texto extenso, argumentativo ou dissertativo, pode-se optar por duas maneiras distintas de expor as idéias, pelo método dedutivo ou indutivo, neste o escritor parte de idéias particulares para idéias gerais, naquele, parte de idéias gerais para as particulares.



9. O texto se constrói por três partes: introdução desenvolvimento e conclusão.



10. Sobre a introdução sabemos que apresenta o todo do que será dito.



11. Sobre o desenvolvimento sabemos que consiste no desenvolvimento da tese.



12. Sobre a conclusão sabemos que é o fecho de todo e qualquer texto.



13. Como fórmula para a construção de textos não-literários, use o seguinte:



I + C < D



Onde I : + - 5 linhas



C: + - 5 linhas



D: + - 10 linhas, o que poderá se estender, se precisarmos de mais espaço para escrever um texto.
Cap. 12



Pelo fato de a edição do livro ser mais antiga, parte do conteúdo deste capítulo não é mais usado, desta forma apresentarei um material de minha autoria sobre a acentuação gráfica e uso do hífen, mas mantenho o conteúdo do uso dos porquês conforme o tratado pelo professor Leonardo.

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Uso dos Porquês

Por que = por qual motivo
Sem pontuação e sem acento

EX: Por que ainda temos dúvidas?


Logo saberemos por que temos dúvidas.


Não sei por que, depois de tanto tempo de estudo, ainda tenho dúvidas.



Por quê = por qual motivo

Com pontuação

Tenho dúvidas ainda, por quê?

Embora tenha entendido, ainda não sei por quê.

Já sei por quê, mas não estou satisfeito.



Mas, cuidado....
Por que pode indicar pelo qual ou pela qual e suas flexões:

EX: A XPTO é a transportadora por que enviei os livros.

Por que = pela qual



Porque = Pois, uma vez que, já que
Ainda temos dúvidas porque faltamos muitas aulas.

Porque ela sabe tudo todos devem saber?
Sabemos porque nos informamos.

Fomos aprovados porque estudamos.


Porquê = O motivo ou a razão

Esse é o porquê da questão.

Me diga seus porquês.

Ela sempre usa muitos porquês.

Sempre vem antecedido de um determinante: o, uma, esse, disto, que pode ser um pronome ou artigo.

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Acentuação Gráfica (Prof. Danielle Guglieri Lima)

Acentuar uma palavra é tão importante quanto não acentuá-la, para isto, devemos seguir regras, as quais foram modificadas em 2008, para serem implementadas já 2009.

Devemos, desde já, utilizar a nova maneira de escrever as palavras, mas somente em 2012 estas regras podem, efetivamente, ser cobradas em concursos públicos.

1. A partir de agora o alfabeto de Língua Portuguesa passa a ter 26 letras.

Incorporou as letras: K, W e Y.

2. Os Monossílabos tônicos, (palavras constituídas por apenas uma sílaba) continuam acentuados, quando terminados em:

A(s) – pás, cá, chá.

E(s) – dê, pés, lê.

O(s) – pó, nós, dó.
3.As palavras oxítonas (com a última sílaba tônica) continuam acentuadas quando terminadas em

A(s) – Itamaracá, sofá, crachá.

E(s) – café, Pelé, chalés.

O(s) – cipó, trenó, avós

EM – também, ninguém, alguém.

ENS – reféns.
4. As palavras paroxítonas (com a penúltima sílaba tônica) são acentuadas quando terminadas em:

Us – vírus.

Ei, Eis – Jóquei, níqueis.

Um, Uns – álbum, fóruns.

L- nível, indelével.

I, Is – júri, íris.

R – cárter, açúcar.

Ã, Ãs – órfã, órfãs.

ÃO(s) – sótão, órfãos.

N – próton, nêutron.

X – tórax, cóccix.

PS – fórceps, bíceps.
Sugiro usar a fórmula:
U(s)EI(s) UM(ns) L I(s)R Ã(s)O(ãos) N X PS
5. Todas as paroxítonas que ainda devem ser acentuadas são as terminadas em ditongos crescentes, os quais pode ser seguidos de “s”:
Espontâneo – Vícios – amêndoas – vácuo

6. O uso do acento agudo é facultativo nas formas verbais do pretérito perfeito do indicativo para distinguir do presente do indicativo:
amávamos ou amavamos louvávamos ou louvavamos

7.Não acentuamos mais o ditondo aberto éi e ói das paroxítonas:

Ideia

Assembleia

Boleia

Paranoico

Proteico

Alcaloide

jiboia
8. A palavras proparoxítonas continuam sendo SEMPRE acentuadas:

Lâmpada

Mínimo

Mágica

Máximo
9. Como já explicamos, os ditongos abertos não são mais acentuados na paroxítonas, mas nas oxítonas eles permanecem:

Anéis

Caracóis

Chapéu
10. Os hiatos, formados por I ou U tônicos, permanecem acentuados:

Saída, saúde

Mas quando pertencerem a um ditongo, perdem o acento antigo:

Baiuca, feiura

Quando o I ou U estiverem no final das palavras ou no plural, devem ser acentuados:

Piauí - tuiutús

11. Não se acentuam as palavras paroxítonas que são homógrafas:

para, pela, pelo, pera, polo, acerto, acordo, cerca.

12. As formas verbais têm e vêm, 3ª pessoa do plural do presente do indicativo de ter e vir, a fim de se distinguirem de tem e vem, 3ª pessoa do singular do presente do indicativo ou 2ª pessoa do singular do imperativo; e também as correspondentes formas:


abstém(3ª. S) - abstêm (3ª. P)

advém - advêm

contém – contêm e derivadas

13. Perdem o acento circunflexo as formas verbais paroxítonas do tipo hiato com a terminação em 3ª pessoa do plural do presente do indicativo ou subjuntivo:


creem, deem, descreem , leem , preveem, veem


14. Não se usa mais o acento circunflexo para a vogal tônica fechada com a grafia o em palavras paroxítonas:

enjoo , voo, povoo, perdoo, abençoo, coo, coroo

15. Não existe mais a trema, salvo em um único caso, quando advém de nomes próprios ou seus derivados: Müller, mülleriano

Importante:

O acordo ortográfico assinado pelos países de expressão portuguesa, por ser algo novo pode admitir diferenças quanto à abordagem, nem os próprios gramáticos conseguem convergir completamente.

Não se preocupe em decorar todas as regras, mas tenha sempre em mãos um bom material de consulta.

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Uso do Hífen


O uso ou não do hífen é importante e foi determinado concomitantemente com a lei que determinou a mudança de ortografia na acentuação.
Seguem, pois as mesmas normas, as quais devem ser trabalhadas a partir de 2009 e cobradas em concursos públicos em 2012.

1. USAMOS SEMPRE:

• A primeira palavra terminar com vogal e a segunda iniciar por H:

anti-herói, sobre-humano, anti-higiênico

• A primeira palavra terminar com a mesma letra em que se inicia a segunda:

anti-inflamatório,semi-internato
super-resistentes, inter-racial

• No caso de letras diferentes não se usa o hífen:
Hipermercado, superinteressante

• Diante do prefixo SUB:

Sub-raça, sub-humano

• Diante de CIRCUM e PAN se a palavra sucessora iniciar por M, N ou VOGAL:

Pan-americano, circum-navegador

• Nos prefixos:

EX, SEM, ALÉM,AQUÉM, RECÉM,PÓS, PRÉ, PRÓ:
além-mar, recém-casados, pró-ativo, ex-noiva

• Os sufixos forem de origem tupi-guarani.

Mogi- Mirim, Mogi-Bertioga

• Tivermos a intenção de ligar palavras que se complementam:

Greco-romano, Rio-São Paulo,
Itaquera-Barra Funda
NÃO USAMOS SE

• O prefixo finalizar por vogal e o radical iniciar por R ou S:

Antirrugas, antissocial
• Um prefixo terminar por consoante e o radical iniciar por vogal:
Hiperativo, interestadual

• A palavra perder a noção de composição:

Girassol
• O prefixo terminar com uma vogal diferente da que inicia o radical:

anteontem, antialérgico, aeroespacial

A EXCEÇÃO: Cooperar, coordenar, devido a presença de vogais idênticas.
• O prefixo finalizar por vogal e o radical não iniciar por R ou S:
anteprojeto, autopolítica, microcomputador

obs: O PREFIXO VICE SEMPRE PEDE HÍFEN: Vice-rei, vice-candidado

Cap.13
Com relação às escritas organizacionais, também complemento o conteúdo com um material próprio, com o qual trabalho em sala de aula com os alunos.
Nos dias de hoje muitos sites confiáveis da internet disponibilizam gratuitamente ou em forma de pacotes pagos os conteúdos das escritas organizacionais, específicas para cada área de atuação, dentre elas: o ofício, a carta, o requerimento, o memorando e o e-mail, que ganhou muita importância, devido a velocidade exigida na comunicação atual.

OFÍCIO:

Um oficio é um tipo de carta comercial, usado por empresas públicas e por algumas privadas quando se remetem a órgãos estaduais.

É muito usado no serviço na comunicação interna com o publico externo.

Nas empresas privadas é usado somente para se dirigir ao serviço público.

Tem um grau de formalidade, mas sem os exageros

MEMORANDO:

O memorando é um aviso por escrito de caráter interno e administrativo, uma vez que estabelece a comunicação entre as unidades, departamentos ou setores de uma mesma empresa.
É uma carta de tramitação rápida, simples e eficaz, sem a burocracia. O despacho pode ser realizado na própria folha do memorando de modo resumido, o que permite agilidade e transparência no andamento das decisões tomadas.Quanto à estrutura, o memorando deve ter identificação por número, local e data, assunto, vocativo, texto objetivo e claro, despedida e destinatário com a menção do cargo que o mesmo ocupa. A linguagem é formal.

CARTA COMERCIAL:

A carta comercial, nada mais é do que um escrito que enviamos a uma pessoa e, que pode ter inúmeros conteúdos, no caso, trataremos da carta comercial que é a carta utilizada pelas empresas para comunicar algo.

REQUERIMENTO:

Um requerimento ou petição consiste no ato que querer ou pedir algo a outrem por meio da escrita, tal tipo de escrita é muito utilizada no mundo empresarial

E-MAIL:

É o a comunicação mais usada nas empresas nos dias de hoje.

A estrutura do e-mail irá variar de acordo com o seu objetivo e segue o padrão culto do uso da linguagem.O e-mail não pode conter intimidades e tampouco rebuscamento, deve se ater ao seu objetivo.

Deve informar com clareza.

Estando direcionando-o apenas a quem interessa.

Algumas técnicas para a construção do e-mail corporativo:
Assim como em uma redação formal, o email deve conter introdução desenvolvimento e conclusão.

Ser breve, seguindo algumas regras simples:

Não gritar, der descritivo no espaço do assunto, usar assinatura seu nome e nome da organização,

Não usar o meio eletrônico para falar mal de ninguém, a postagem de UCE’s é extremamente depreciada,

Não responder um email para todas as pessoas de uma lista ou somente quando for extremamente necessário e evitar abreviaturas.

Esses cuidados tornam o uso da internet mais eficiente e com menores riscos de serem mal entendidos.

Espero ter ajudado a todos vocês.....

Apontamentos gerais sobre o Livro do Comunicação na Empresa, do professor Leonardo Teixeira - Parte 1 (Capítuloa 1 a 7)

Prezados leitores e alunos.

Estes são os primeiros apontamentos meus, no formato de uma resenha crítica, feita em tópicos,  importantes sobre o livro em questão, sugiro, pois que vocês leiam atentamente e postem suas dúvidas.
Boa Leitura.....


Cap. 1


1. Estuda-se a linguagem para alcançar positivamente metas.

2. A linguagem deve sempre ser simples objetiva, clara e precisa para que a comunicação se efetive.

3. O homem é um ser social, pois interage com o mundo. Por este motivo, o homem estabeleceu um código para se comunicar com os outros e, com isso, criou vínculos, transmitiu e transmite culturas.

4. A linguagem e um dos sistemas de signos e serve à comunicação dos homens.

5. Os signos podem ser visuais, sonoros gestuais, corporais, fisionômicos, escritos ou vocais.

6. Saussure – difere língua (instituição social - passiva) de fala (modificadora).

7. O código linguístico realiza dois movimentos: o de codificação (transformação da ideia em código) e o de decodificação (transformação do código em ideia).

8. A comunicação constitui-se de seis elementos: Emissor, receptor, mensagem, canal, código e contexto.

9. Cada elemento tem seu papel e qualquer problema pode causar um ruído na comunicação. Esses ruídos podem ser externos, internos, físicos ou não.

10. A linguagem possui funções, centradas nos seis elementos. Essas funções foram elaboradas por Jakobson.

11. Utilizar adequadamente as funções de linguagem no âmbito profissional otimiza a rotina da empresa.

12. A função referencial da linguagem é a mais usada de todas as outras funções, e, em uma empresa e pode ser combinada à outras funções.

13. Um dos principais traços da comunicação escrita reside na precisão vocabular.

14. Em uma situação informal de comunicação é natural que as mensagens sejam estruturadas de maneira mais desprendida, o que não interfere no valor da mensagem. Exemplo: língua falada.

15. Nesse caso, existe um uso muito frequente, o das palavras ônibus, que são palavras que não carregam uma delimitação semântica formal. Exemplo: coisa, legal, troço.

Cap. 2

1. Em qualquer situação de comunicação a linguagem está inserida como uma prática social.

2. O discurso, ou seja, a fala aponta para traços distintivos quanto à intencionalidade e à sua construção no momento de sua produção-recepção.

3. A linguagem constrói a realidade, pois reflete as hierarquias e identidades sociais.

4. Existem três funções sociais da linguagem:

IDEACIONAL – que carrega uma representação do mundo, por meio de cada discurso.

a. Ao falar o emissor contribui para a construção de um sistema ideológico.

b. Todo o discurso é ideológico, mesmo se não for ideológico.

c. Os funcionários de uma empresa devem preservar seus discursos de preconceito e discriminação.

INTERPESSOAL – colabora com a construção das identidades e com o bom andamento das relações sociais.

d. Tal função objetiva estreitar as relações de hierarquia, e, quando isso não acontece, pode causar frustrações advindas do preconceito e da discriminação contidos no discurso.

e. Todo e qualquer ato de comunicação deve ser adequado.

TEXTUAL – relaciona a forma à organização das informações, possibilitando a construção de textos apropriados para cada situação.

f. Ao elaborarmos a fala, todos os fatores de comunicação delimitarão a composição do texto.

g. Para adequação da mensagem, as funções acima estudadas, podem ajudar o receptor alcançar seus objetivos.

5. A comunicação empresarial interna de boa qualidade pode motivar o trabalho em equipe.

6. A comunicação empresarial externa de boa qualidade passa a ideia de credibilidade e faz com que o cliente passe a ser assíduo.

7. O que foi estudado não tem a ver com uma possível padronização da linguagem, mas com sua adequação.
Cap. 3
Neste capítulo foram incluídas pesquisas da professora Danielle

1. Diante o dia-a-dia das mudanças relativas à comunicação, no ambiente empresarial, o e-mail assumiu diversos papéis.

2. Pode-se usar o e-mail nas comunicações internas, mais informais e também nas comunicações externas, que dizem respeito ao trato com o cliente.

3. É importante observarmos a linguagem ao escrevermos um e-mail, pois, ao contrário do que se pode pensar, esse tipo de texto possui regras, como qualquer outro texto, vejamos algumas:

a. Não grite, ou seja, não use todas as letras em maiúsculo. Para destacar algo use asteriscos, aspas simples ou duplas.
b. No espaço do assunto do e-mail, seja um pouco descritivo, nunca peça ajuda neste momento, escreva algo simples, mas que concentre o que deve ser dito.
c. Não use sinais como // ou outros para chamar a atenção para a sua mensagem, isto não funciona.
d. Não envie e-mails no formato HTML, pois este uso triplica o tamanho e aumenta a lentidão na entrega da mensagem.
e. Use na assinatura, seu nome, o nome da organização a que você é associado, um ou dois URLs e até uma citação filosófica curta.
f. Não use gravuras e arte nos seus e-mails a menos que seja um logotipo pequeno da empresa.
g. Não faça cross-posting e multi-posting. Escolha cuidadosamente a lista para a qual sua mensagem deva ser postada e poste somente lá.
h. Não use o meio eletrônico para falar mal de alguém.
i. A postagem de UCEs (em inglês: E-mail Comercial Não Solicitado) e de spam é extremamente depreciada.
j. Não discuta sobre religião, futebol ou partidos políticos.
k. Evite e-mails longos e/ou chatos com muitas informações teóricas ou técnicas.
l. Não deixe de ler antes de enviar tudo o que escreveu.
m. Não responda um e-mail para todas as pessoas de uma lista, somente quando for extremamente necessário.
n. Não envie mensagens duplas, tome cuidado.
o. Evite usar abreveaturas, mas se isto for necessário atenha-se apenas às seguintes e apenas no âmbito interno da empresa:
hj: hoje q: que tb: também vc: você v6 ou vcs: vocês
p. Não deixe de usar a acentuação na internet.
Fonte: http://www.debian-rs.org/

4. Devemos dar atenção à questão da cordialidade, a qual não deve ser totalmente dispensada ou substituída pela intimidade, lembre-se que a intimidade é um componente do relacionamento pessoal e não profissional.

5. A seleção vocabular também tem muita importância nesse contexto, pois um texto claro e preciso é sempre de grande valia para ambos os interlocutores.

6. O uso de vocativos e pronomes de tratamento devem ser cuidadosos e sempre que esquecidos, devem ser relembrado para que não ocorram ruídos de comunicação, tão pouco gafes no endereçamento de correspondência. (ver p. 38-40 do livro)

7. A urgência é a causadora de inúmeros problemas na comunicação, portanto fique atento, pois a pressa não é a palavra da vez, aqui, o problema é a falta de planejamento.

8. Campo semântico são grupos de palavras que se relacionam com outras, devido ao sentido, devem ser usado o campo semântico de acordo com o objetivo da informação.

Cap. 4

1. Diante a necessidade de produzir um texto é preciso que se tenha um plano do que deverá ser escrito, pois é necessário ordenar as idéias em prol à eficácia comunicativa.

2. Outro ponto importante para se produzir um texto é compreender a situação em que este texto será produzido e, dependendo isto, atribuir-lhe clareza e objetividade. Ao pensar em um texto, pode-se seguir um passo-a-passo, que sempre será útil:

a) Sobre o que vou escrever?



b) A quem o texto se destina?



c) Qual é o objetivo do texto?



d) Como pretendo construir o texto? Qual sua estrutura?



3. Ao delimitar estes questionamentos você terá uma primeira estrutura textual, mas lembre-se que seu texto, para ser mais eficaz, deve ser lido e relido por você e, se possível, lido por outra pessoa, considerada um leitor competente.

Cap. 5
1. Eficácia e eficiência são princípios fundamentais de qualquer modalidade textual, pois sempre que nos pronunciamos queremos ser ouvidos, sempre que escrevemos queremos que nosso texto seja lido.

2. A eficácia é a segurança de que a mensagem alcançará seu objetivo e está condicionada à adequação e delimitação da mensagem, já a eficiência tem a ver com a estrutura do texto, devendo ser clara e objetiva.

3. O uso de frases curtas colabora para a eficiência de um texto, o rebuscamento gera problemas de eficácia.A objetividade deve estar presente em tudo o que fazemos, ou seja, não desviar do foco deve ser nosso compromisso.

4. Ao fazermos qualquer pronunciamento devemos sempre ter em mente quem é o nosso receptor.

5. A paráfrase de nossas idéias é a certificação de que o receptor entendeu nossa mensagem. Fiquem atentos com relação às qualidades da comunicação:

Clareza + objetividade + eficácia/eficiência + Fluência comunicativa.
Cap.6




1. No processo de criação de um texto não-literário devemos observar sempre se estamos seguindo os princípios de objetividade e clareza.

2. Textos ambíguos impossibilitam a precisão da comunicação e podem apresentar falácias, ou seja, argumentações equivocadas que se desviam de uma argumentação válida.

3. A clareza pode ser conseguida se ficarmos atentos ao uso do pronome relativo QUE, conforme será exposto em aula.

4. As falácias de comunicação prejudicam a composição textual e são consideradas um erro grave.

5. Falácias são: raciocínios falsos que podem dissimular a veracidade do discurso.

6. Falácias podem ser formais, quando constituídas por raciocínios inválidos de natureza dedutiva, ou materiais, quando ocorre um erro por termos apreciado de maneira errônea os fatos.

7. As falácias são nomeadas: da afirmação conseqüente, da negação antecedente, da conversão, de oposição, de raciocínio circular, do acidental, da ignorância de questão, da ignorância de causa e de falsos axiomas.

8. As sentenças devem, para serem coerentes, manter o paralelismo sintático e semântico.

9. Paralelismo sintático ocorre quando usamos a mesma construção sintática, ou seja, a estrutura do texto é mantida.

10. Paralelismo semântico ocorre quando o sentido da sentença é mantido.

11. Textos bem escritos estão livres de ambigüidades, falácias e possuem paralelismo sintático e semântico.





Cap.7

1. Coesão e coerência andam lado a lado.

2. Coerência textual é o conjunto de elementos estruturais que dá suporte às idéias e se preocupa com o sentido.

3. A coesão preocupa-se com a estrutura para assegurar o sentido dado pela coerência.

4. A falta de coesão constitui um ruído de comunicação.

5. Um texto coerente e coeso dá credibilidade ao seu autor, imagine um professor de português dizendo, no primeiro dia de aula: “A gente viemos pra qui pra resolver os pobrema de portgues de vocês”. Seria, no mínimo, incoerente.

6. Os conectivos (conjunções) e a pontuação, além do conhecimento lingüístico, proporcionam a coesão do texto, pois devem estar dispostos em todo e qualquer texto dentro das normas convencionadas.

7. Função coesiva anafórica acontece quando usamos um pronome está se referindo a um nome que já foi dito. Neste caso, usaremos o pronome esse, conforme em:

Coesão textual: esse é o problema.

Aqui fica claro que o pronome esse está se referindo a algo que já foi expressado, no caso, a coesão textual.

8. Função coesiva catafórica acontece quando usamos um pronome que está se referindo a algo que ainda não foi dito, conforme em:

O problema é este: coesão textual.

Neste caso, o pronome este indica que iremos fazer a referência.

9. Os pronomes têm também a função dêitica, que localiza o espaço, o tempo e o enunciador do discurso.

Nesta função, temos as seguintes regras:

Este refere-se à pessoa que fala (1ª. P), ou ao que está próximo dela ou próximo ao espaço que ela, (1ª. P), ocupa.

Esse refere-se à pessoa com quem se fala (tu), ou ao que está próximo dela, ao passado, ao futuro próximos, ou ao espaço que ocupa, distante do enunciador e próximo ao interlocutor.

Aquele refere-se à pessoa de quem se fala (3ª. P) ou ao que está próximo dela, ou ao passado, futuro ou espaço mais distante, tanto do enunciador quanto do interlocutor.